O somatório do imposto devido pelos 236.518 imóveis localizados nos 20 maiores bairros de Goiânia, que possui um total de 885 setores, representa 47,58% da estimativa de arrecadação da Secretaria Municipal de Finanças (Sefin) para 2023. Ao todo, a Sefin calcula que a capital goiana tem hoje 654.546 imóveis, entre residenciais, comerciais e não edificados. O número é 51.512 a mais do que foi registrado no cadastro imobiliário de 2022. Os 20 bairros elencados pela reportagem representam 36,13% das unidades cadastradas e somam R$ 573.995.650,86, enquanto que a estimativa de arrecadação é de R$ 1.206.079.481,59 em Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto Territorial Urbano (ITU) para este ano. Para se ter uma ideia, apenas o Setor Bueno, que soma a maior parte da previsão de arrecadação por bairro da cidade, chega a 8% da estimativa total. O bairro possui 50.761 imóveis, que chegam a um total de R$ 96.524.893,94 dos impostos. Ou seja, o Setor Bueno possui 7,76% dos imóveis da cidade atualmente, valor semelhante ao que é cobrado de imposto. Além dele, os imóveis dos bairros que possuem o valor cobrado de quase a metade da estimativa total estão nos setores Oeste, Marista, Jardim Goiás, Jardim América, Sul, Pedro Ludovico, Parque Amazônia, Jaó, Santa Genoveva, Cidade Jardim, Sudoeste, Central, Campinas, Nova Suíça, Leste Universitário, Coimbra, Aeroporto, Alphaville Flamboyant e Aldeia do Vale.