O cantor Amado Batista foi condenado a indenizar em R$ 453,8 mil os pais de um menino de 3 anos que morreu afogado na piscina de uma fazenda dele em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia, em 2022. O casal trabalhava como caseiros na propriedade rural e alegou que a piscina não tinha nenhuma proteção. A defesa de Amado Batista disse que reconhece a gravidade da tragédia, mas entende que a decisão é equivocada em vários sentidos e vai recorrer (veja a nota na íntegra ao final da reportagem). A existência de uma piscina aberta, sem qualquer barreira de proteção, em área que poderia ser facilmente acessada por crianças que não sabiam nadar, configurava, portanto, risco previsível (ainda que não previsto – culpa inconsciente), que poderia ser eliminado mediante medida simples e de baixo custo, como a existência de barreiras para acesso à piscina, ou até por condutas mais custosas, como existência de espaços supervisionados para a permanência das crianças durante o trabalho dos pais”, ressaltou o juiz Leonardo de Camargos Martins.