Após uma década fora de circulação, as motos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) devem voltar às ruas de Goiânia em setembro. Segundo a gestão municipal, as chamadas “motolâncias” serão usadas principalmente em ocorrências mais graves – como com risco iminente de morte – e a expectativa é de que cheguem ao local entre 15 e 20 minutos antes das ambulâncias, notadamente se o trânsito estiver mais intenso. Inicialmente, o serviço será custeado pelo município, mas a administração pretende buscar a retomada do financiamento federal. Apesar da apresentação dos veículos, o serviço ainda depende da atualização da capacitação dos profissionais que vão conduzi-los. O Samu informou que há servidores concursados que já atuavam nas motolâncias antes da interrupção e hoje trabalham nas ambulâncias, mas precisam renovar os cursos obrigatórios. A ideia é enviar as motos junto com as ambulâncias, para que cheguem primeiro ao local, com uma dupla de profissionais da área da saúde que podem ser enfermeiros ou técnicos de enfermagem.