SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Uma mulher negou que estivesse grávida, procurou atendimento com dores e acabou dando à luz em Fernando de Noronha, onde partos programados são proibidos desde 2004. Partos não são permitidos porque a ilha não tem maternidade nem UTI adulto e neonatal. A restrição começou em 2004, quando a maternidade local foi desativada. O Hospital São Lucas, de média complexidade, não conta com UTI. Proibição não está em lei, mas em uma orientação médica para tirar gestantes da ilha. O protocolo orienta que grávidas deixem Noronha a partir da 28ª semana de gestação para que o parto aconteça em unidades com estrutura especializada no continente. Siamesas de SP se preparam para cirurgia de separação em Goiânia Delegado que ganhou desenho de menina durante prisão diz que precisou de sensibilidade: 'Tentei acalmá-la'