O pedido de arquivamento da investigação sobre a morte do cão Orelha, feito pelo Ministério Público de Santa Catarina no dia 8 de maio, cita a existência de rumores e versões distorcidas do caso como um dos fatores que prejudicaram a investigação. Entre os principais boatos estavam a ligação das famílias envolvidas com lideranças políticas e judiciais em Santa Catarina, formas extremas de tortura e a existência de vídeos que comprovariam o ataque ao animal. A Polícia Civil disse em nota divulgada na terça (12) que já concluiu as investigações sobre o caso e que encaminhou os autos ao Ministério Público. Segundo o órgão, eventuais manifestações sobre o pedido de arquivamento cabem exclusivamente à Promotoria. Os boatos que ganharam força nas redes sociais citavam agressões extremas e sádicas contra Orelha, como supostos chutes na cabeça e uma tentativa de empalamento com um pedaço de madeira.