Nesta quarta-feira (26) começa em todo o País a segunda etapa da Mobilização Nacional de Identificação de Pessoas Desaparecidas, uma ação desencadeada pelo governo federal por meio dos Ministérios da Justiça e Segurança Pública (MJSP); de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; e da Saúde. Nesta fase, o objetivo é identificar pessoas vivas acolhidas em instituições de saúde e assistência social. Em Goiás, a Divisão de Políticas para Pessoas Desaparecidas, da Superintendência de Identificação Humana (SIH), vai receber e gerenciar as informações das instituições. 🔔 Siga o canal do O POPULAR no WhatsApp Titular da Autoridade Central Estadual para Políticas de Pessoas Desaparecidas da SIH de Goiás, Antônio Maciel Filho explica que se reuniu com representantes de pastas que têm mais instituições de acolhimento de pessoas em condições de vulnerabilidade que podem estar desaparecidas, como Saúde e Assistência Social. “Mesmo que não haja uma ocorrência de desaparecimento, se a pessoa estiver sem documentos vamos atender, porque ela pode estar desaparecida da família.” Segundo Antônio Maciel, em média, 40 pessoas são identificadas mensalmente e as famílias localizadas. “Acredito que, com a mobilização, vai ampliar muito esse número. E nem sempre há um viés criminal.”