Lançamento de minissérie e realização de GP de motovelocidade trazem de volta o debate sobre a tragédia de 1987, que ainda mobiliza assistência a mais de mil vítimas na capital (Reprodução/Cara) Há quase quarenta anos, o Brasil vivenciou o maior acidente radiológico da história ocorrido em Goiânia. Em setembro de 1987, o manuseio indevido de um aparelho de radioterapia abandonado causou um acidente que envolveu direta e indiretamente milhares de pessoas pelo contato com partículas de césio-137. De acordo com dados oficiais do Governo de Goiás, quatro pessoas morreram diretamente devido ao acidente. Foram elas: Leide das Neves Ferreira; Maria Gabriela Ferreira; Israel Batista dos Santos e Admilson Alves de Souza. Atualmente, mais de mil pessoas ainda frequentam o Centro de Assistência aos Radioacidentados (CARA), órgão criado em 2011 para prestar apoio à população afetada pelo material radioativo.