O Governo de Goiás vetou integralmente o projeto que previa a reserva de vagas de estacionamento para advogados em órgãos públicos ligados à Justiça, como tribunais. A proposta, de autoria do deputado Mauro Rubem (PT), justificava que o objetivo é facilitar a rotina da categoria e igualar o tratamento dado a outros operadores judiciais. Problemas simples, constantes e diários, como a inexistência de vagas de estacionamento nos locais onde o advogado deva exercer sua atividade profissional, dificultam sobremaneira o exercício da advocacia. Um verdadeiro exército de advogados todos os dias, diferentemente dos magistrados e dos membros do Ministério Público”, justificou o deputado na proposta. Contudo, no ofício enviado à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), o governo afirma que a medida é inconstitucional. O parecer da Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGEGO) sustenta que o projeto interfere na organização, no funcionamento e na gestão de órgãos e entidades públicas, matéria de iniciativa exclusiva do chefe do Executivo.