O início das obras emergenciais da bacia de contenção prometida pela Prefeitura de Goiânia para amortecer as cheias do Córrego Botafogo e evitar o alagamento na marginal durante temporais ainda este ano sofre atualmente dois entraves: o impasse financeiro entre a administração municipal e o único consórcio que fez uma proposta para assumir o serviço e a falta de licenciamento ambiental. No primeiro caso, a fase de licitação, feita por dispensa eletrônica emergencial, o processo se arrasta desde 16 de julho, data de abertura da sessão pública em que foi apresentada a proposta do Consórcio Bacia Botafogo, formado pela DP Barros Pavimentação e Construção, de São Paulo, e a Construtora e Transportadora Carvalho, de Parauapebas (PA). A partir da etapa de lances, o período de contratação nesse tipo de licitação costuma levar, em média, de dois a dez dias úteis.