O delegado Alexandre Bruno de Barros, um escrivão e um agente da Polícia Civil (PC) foram afastados por 90 dias da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decar) por suspeita de desvio de cargas apreendidas em Goiás. De acordo com apuração da TV Anhanguera, o Poder Judiciário investigou que o delegado Alexandre autorizava sem qualquer respaldo legal ou judicial que parte das cargas apreendidas pela delegacia fossem guardadas em galpões ilegais e depois revendidas. O POPULAR procurou a defesa do delegado Alexandre Bruno de Barros para um posicionamento, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. Segundo apuração da TV Anhanguera, o material apreendido foi avaliado em R$1,4 milhões. Depois, os bens ficaram confiados à Sílvio Gonçalves Dutra, que tinha a função de depositário.