A média mensal de ocorrências registradas pelo Cata-Treco de Goiânia ficou seis vezes maior entre 2024 e 2026. De abril a dezembro de 2024, foram contabilizadas 3,2 mil solicitações, média de 356 por mês. Já entre janeiro e maio de 2026, o serviço registrou 10,9 mil ocorrências, média de 2,19 mil mensais. Segundo o Consórcio Limpa Gyn, a ampliação da demanda foi acompanhada por uma reestruturação do serviço para reduzir o tempo de espera pela coleta. Em 2024, Goiânia enfrentou uma crise na coleta de resíduos em meio às dificuldades financeiras e operacionais da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), que reduziram a capacidade da companhia de manter serviços de limpeza urbana. Como solução, a Prefeitura contratou o Consórcio Limpa Gyn, mas a transição também foi marcada por atrasos na implantação do novo modelo. O Consórcio Limpa Gyn assumiu a gestão dos serviços de coleta domiciliar de resíduos de Goiânia em abril de 2024. A transferência do Cata-Treco ocorreu integralmente em outubro daquele ano, assim como a coleta seletiva. O período de adaptação durou até dezembro.