Servidores municipais da Educação de Goiânia devem iniciar a greve na próxima terça-feira (12), após a categoria ter aprovado a paralisação nesta semana. Entre as principais reivindicações, está o pagamento do piso salarial do magistério deste ano, atualizado em janeiro, além do envio do plano de carreira dos servidores administrativos. Conforme o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), a medida foi tomada após não ter ocorrido avanços nas negociações junto à Prefeitura. Por outro lado, a administração municipal vê que a decisão seria “imprópria” para o momento. A deflagração da greve foi tomada durante assembleia nesta quinta-feira (7), e a entidade sindical deve fazer o comunicado aos servidores dentro das unidades de ensino entre esta sexta-feira (8) e segunda-feira (11), quando deve ser levantado o número de instituições que vão aderir ao movimento. Presidente em exercício do Sintego, Ludmylla Morais explica que a decisão ocorre após mais de um ano e meio tentando negociar com a Prefeitura. “O plano de carreira dos administrativos continua estagnado, parado. Têm servidores que estão ganhando menos do que um salário mínimo. Este ano pedimos agenda para resolver. Quando não estava avançando, chamamos a categoria e, em assembleia, decidiram por uma nova assembleia com paralisação e indicativo de greve”, explica.