Polícia Civil cumpriu cinco prisões temporárias e nove mandados de busca e apreensão (Divulgação/Polícia Civil) Após a deflagração da Operação Estepe Oculto, que desarticulou uma fraude de R$ 16 milhões em tributos estaduais em Goiás e prendeu cinco pessoas, entre elas um contador apontado como peça central do esquema, detalhes da investigação revelam como operava o grupo. Segundo a Polícia Civil, as chamadas empresas "noteiras" atuavam sem sede ou estoque e eram registradas em nome de "laranjas", a fim de emitir notas fiscais e transferir créditos ilegais de ICMS a comércios atuantes nos ramos de pneus e esquadrias metálicas. Até o momento, os nomes dos alvos e das empresas não foram revelados formalmente pela Polícia Civil. Dessa forma, o POPULAR não conseguiu entrar em contato com a defesa deles.