O número de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) em Goiânia deve subir de 12 para 15. Essa é a promessa da administração municipal, que prevê a entrega de três novas unidades nos próximos anos, além da construção de sedes próprias para outros três Caps já existentes. Além da ampliação da rede, usuários, trabalhadores e o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) reconhecem avanços recentes, como a oferta de transporte para que profissionais realizem visitas domiciliares e a busca ativa de usuários. Apesar disso, Caps instalados em imóveis alugados ainda convivem com problemas graves de infraestrutura, condições precárias de funcionamento e déficit de profissionais. Desde que foi estruturada, a Rede de Atenção Psicossocial (Raps) de Goiânia enfrenta um problema recorrente: a falta de imóveis próprios, o que faz com que os Caps tenham que se adaptar a espaços alugados. Atualmente, apenas os Caps Noroeste e Novo Mundo funcionam em imóveis próprios — dois de um total de 12 unidades. Ambos são de porte III, sendo que o Noroeste é do tipo Álcool e Drogas (AD).