A estudante de medicina, que teve a bolsa suspensa após declarar baixa renda e ostentar viagens nas redes sociais, vem sofrendo “injusto linchamento moral", segundo a advogada de defesa dela. A jovem estuda na Universidade Evangélica de Goiás (UniEvangélica) e era beneficiária de um programa da Prefeitura de Anápolis, a 55 km de Goiânia. Em nota enviada ao POPULAR, a defesa alega que as viagens postadas pela estudante nas redes sociais foram pagas pelo namorado dela e que “por seus próprios meios, não teria condições de realizar”. Além disso, a advogada afirma que o fato não tem relação com a renda da família da estudante e que “tampouco interfere nos critérios legais do programa assistencial”, diz um trecho do pronunciamento. Repudia-se veementemente o discurso de ódio, o julgamento público antecipado e o linchamento virtual a que Gabriella vem sendo submetida, especialmente diante da ausência de qualquer condenação judicial. Medidas cabíveis de reparação serão adotadas oportunamente, no tempo e forma previstos em lei”, afirmou a defesa.