A estudante de 25 anos que denunciou ter sido estuprada pelo vereador Éder Alberto Jorge Pimenta (MDB), presidente da Câmara Municipal de Urutaí, disse em depoimento que viajava a trabalho ao município de Pires do Rio quando foi violentada. Conforme o relato da jovem, ela foi coagida com uma arma de fogo a praticar o ato e ameaçada para não denunciar o caso. O POPULAR entrou em contato com a Câmara Municipal de Urutaí por e-mail, mas não teve retorno até a última atualização da matéria. Em nota enviada à TV Anhanguera, a Casa disse que não havia nenhum registro oficial de evento em Pires do Rio no dia 24 de novembro e o carro usado na ocasião era o do político. O advogado do vereador, Marcelo Godoi disse que, até o momento, não há qualquer condenação ou decisão judicial que confirme as acusações. Acrescentou que não há informação formal sobre o uso de arma de fogo e que o seu cliente “está colaborando integralmente com as autoridades e confia no devido processo legal para esclarecer a verdade real dos fatos” (leia a nota completa no final da matéria).