Isangela Barbosa, 39 anos, é técnica em enfermagem e possui diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ela também é estudante do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (UFG), e conta que ferramentas com Inteligência Artificial têm ajudado tanto no exercício da sua profissão, quanto em seus estudos. A técnica em enfermagem explica que a IA contribui principalmente na socialização, como um meio para se expressar sem que seja mal interpretada. No mercado de trabalho, ela acredita que um manual que exemplifique maneiras de agir tanto para o empregador, quanto para o empregado com autismo, seja essencial. Um conjunto de regras formalizado retira a carga de ter que explicar nossas necessidades o tempo todo, entregando para o mercado um roteiro pronto de como extrair o nosso melhor potencial técnico. Isso transforma a inclusão de uma 'boa intenção' em um procedimento padrão e técnico, combatendo diretamente a negligência por falta de informação.