Não deu certo o tratamento contratado em dezembro de 2025 pela Prefeitura de Goiânia sem licitação por R$ 2,15 milhões para resolver o problema do chorume produzido no aterro sanitário municipal. Agora, a Companhia de Urbanização de Goiânia, que assumiu neste ano a gestão integral do aterro, prepara uma licitação para contratar outro tipo de tratamento, sem previsão para que o contrato seja assinado. O problema é que a Justiça não prorrogou o prazo autorizando o envio do material – um líquido altamente poluente, resultante da decomposição de resíduos orgânicos – para a estação de tratamento de esgoto (ETE) da Saneamento de Goiás (Saneago), no Setor Goiânia 2, às margens do Rio Meia Ponte. Desde o começo de maio, então, a Comurg está impedida de enviar o chorume para a ETE. Enquanto apostava no tratamento contratado, a Prefeitura queria um prazo de 280 dias.