O governo de Goiás quer transformar a Olimpíada de Inteligência Artificial em uma política permanente de formação de talentos em tecnologia. O objetivo é que a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação acompanhe os estudantes após o evento para medir os impactos na escolha de carreiras, no interesse por tecnologia e no aprendizado de idiomas. A competição terá alcance nacional neste ano e vai distribuir R$ 420 mil em prêmios, além de oferecer intercâmbio internacional para os melhores classificados goianos. As inscrições começaram nesta terça-feira (26). “O objetivo não acaba no dia da competição”, afirmou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico. Segundo ele, o Estado pretende monitorar os alunos nos anos seguintes para entender se a experiência estimulou maior interesse por cursos e profissões ligadas à tecnologia. Além disso, o titular afirmou que o governo quer entender se a experiência despertou o interesse dos estudantes por uma segunda língua. “Hoje, tecnologia e segunda língua estão muito entrelaçadas”, disse.