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Homem mata esposa grávida, enteada, fazendeiro e atira em vizinha, em Corumbá

Suspeito, identificado como Wanderson Mota Protacio, roubou o carro da família e fugiu para Alexânia. Polícia realiza buscas pela região

Wanderson já cumpriu pena por esfaquear uma mulher, em 2019

Wanderson já cumpriu pena por esfaquear uma mulher, em 2019 (Divulgação/Polícia Civil)

Um homem de 21 anos matou a esposa grávida, também de 21 anos, a enteada, de 1 ano e 10 meses, e o vizinho, um fazendeiro de 73 anos, em Corumbá, na noite do último domingo (28).

Ele ainda tentou matar a esposa do vizinho, que foi alvejada no ombro, se fingiu de morta e sobreviveu. Identificado como Wanderson Mota Protacio, o suspeito fugiu para a região de Alexânia, onde estão concentradas as buscas em conjunto da Polícia Civil e da Polícia Militar.

Crimes em Corumbá
De acordo com o delegado da Polícia Civil de Corumbá, Tibério Martins Cardoso, Wanderson teria matado a esposa e a enteada a facadas, em seguida ido até a casa do vizinho para roubar a arma dele.

O suspeito conseguiu a arma, matou o fazendeiro com um tiro na cabeça e atirou contra a mulher do proprietário. Em seguida, Wanderson roubou o carro da família e fugiu para Alexânia, onde procurou por familiares na manhã desta segunda-feira (29).

"Foram dois homicídios, um deles com aborto, e um latrocínio, porque matou o vizinho e roubou o carro. Isso foi ontem à noite e ele fugiu em direção a Alexânia", contou Tibério, que ainda investiga a motivação dos crimes. A Polícia Civil informou que aproximadamente 30 policiais estão envolvidos nas buscas .

Buscas em Alexânia
Ao delegado, os familiares confirmaram que Wanderson esteve em Alexânia na manhã desta segunda-feira (29) pedindo apoio. Ele teria dito que havia se separado da mulher. Pouco tempo depois, os parentes descobriram pela internet o que havia ocorrido. Eles estão em contato com a polícia e prestarão depoimento.

Nova fuga para Adadiânia
A polícia recebeu informações de que ele teria fugido para Abadiânia e, por isso, concentrou as buscas na região entre esses dois municípios.

Outro crime em 2019
Wanderson já foi condenado por esfaquear uma mulher em 2019, em Goianápolis. Ele cumpriu pena de dois anos e foi solto em março deste ano.

Caso Lázaro Barbosa
Em junho deste ano,o caso de Lázaro Barbosa aterrorizou o Brasil durante 20 dias de buscas na região de Cocalzinho de Goiás. Ao relembrar o caso, o delegado Tibério diz que existem semelhanças e diferenças.

"É um cara que é perigoso, tipo o Lázaro, ele já tem antecedentes. Ele tem tentativa de homicídio contra outra mulher, em Goianápolis, já cumpriu pena por isso", disse.

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Ex-marido suspeito de matar empresária a tiros dentro de casa em Senador Canedo é preso

Segundo Polícia Militar, homem foi localizado na zona rural de Trindade. Ele é investigado por feminicídio, tentativa de homicídio e tinha contra si medidas protetivas em vigor

De acordo com a Polícia Civil, vítima estava separada há três meses. Suspeito chegou a confessar o crime (Reprodução/Rede social e divulgação/PM-GO)

De acordo com a Polícia Civil, vítima estava separada há três meses. Suspeito chegou a confessar o crime (Reprodução/Rede social e divulgação/PM-GO)

O ex-marido suspeito de matar a empresária a tiros dentro da casa dela foi preso na zona rural de Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia. Ele é investigado pela morte da empresária Bruna Raimunda dos Santos, de 31 anos, e por tentativa de assassinato de um homem de 29 anos, que era namorado da vítima. O crime aconteceu na noite de domingo (30), no Residencial Parque dos Buritis, em Senador Canedo, a cerca de 50 km do local em que ele foi localizado.

Como o nome do investigado não foi revelado pela Polícia Civil de Goiás (PC-GO), O POPULAR não conseguiu localizar a defesa dele até a última atualização desta reportagem.

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A prisão do homem foi feita por equipes do Comando de Policiamento Especializado e do 49º Batalhão da Polícia Militar. A polícia não informou como chegou até o local onde ele estava, se teria sido por denúncia. À PM, o suspeito chegou a confessar que matou a mulher e indicou possível local que teria jogado a arma de fogo.

Durante entrevista, ele afirmou ter descartado a arma em uma área de mata em um loteamento. As equipes realizaram varredura no local indicado, mas não localizaram o armamento", relatou a polícia.

Relembre

O delegado responsável pelo caso, Adriano Jaime, informou que a vítima estava separada do suspeito há três meses e havia obtido medidas protetivas na Justiça contra ele. A empresária deixou uma filha de 10 anos, que teve com o ex-marido, com quem manteve um relacionamento de 16 anos.

No dia do crime, conforme o delegado, imagens de câmeras de segurança da rua registraram o momento em que Bruna chega em casa por volta das 22h30 e trinta minutos depois, o ex-marido aparece no local de moto.

De acordo com as investigações, o suspeito desligou o padrão de energia e invadiu a residência. Sem luz, Bruna teria se levantado da cama para verificar o que estava acontecendo do lado de fora, instante em que o suspeito disparou a arma de fogo.

O atual namorado [da vítima] também foi ver o que estava acontecendo e levou um tiro na perna e no pé. A arma entrou em pane e as vítimas foram se esconder dentro da residência. O autor não encontrou o homem, mas achou a ex-companheira dentro do banheiro, onde efetuou vários disparos contra ela", relatou o delegado.

A polícia informou que o homem segue internado e será ouvido pelo delegado assim que receber alta. Como seu nome não foi divulgado, O POPULAR não conseguiu obter informações sobre seu estado de saúde.

À Polícia Militar de Goiás (PM-GO), ele chegou a relatar ter ouvido o suspeito dizer a Bruna, antes dos disparos: "Eu te avisei ".

Bruna Raimunda dos Santos, de 31 anos, foi morta à tiros (Reprodução/Redes sociais)

Bruna Raimunda dos Santos, de 31 anos, foi morta à tiros (Reprodução/Redes sociais)

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Homem é preso suspeito de matar amigo com quem dividia casa e enterrar o corpo dele no quintal, em Corumbá

Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), a vítima estava desaparecida há cerca de oito dias

À esquerda a vítima, Renato Rodrigues da Costa. À direita o suspeito sendo preso pela polícia.

À esquerda a vítima, Renato Rodrigues da Costa. À direita o suspeito sendo preso pela polícia. (Divulgação/Polícia Civil de Goiás)

Um homem, de 29 anos, foi preso em Corumbá de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, suspeito de matar o amigo com quem morava na mesma casa e depois enterrar o corpo da vítima no quintal da própria residência. Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), a vítima estava desaparecida há cerca de oito dias.

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Como o nome do suspeito não foi divulgado, O POPULAR não conseguiu localizar a defesa do homem.

Segundo a polícia, o suspeito foi preso em flagrante na última sexta-feira (28) pelo crime de ocultação de cadáver. Desde que o desaparecimento da vítima foi registrado na delegacia a polícia iniciou as investigações.

Na tarde de sexta-feira, após a Polícia Civil escutar algumas testemunhas, o corpo de Renato Rodrigues da Costa, de 34 anos, foi encontrado enterrado no quintal da casa em que ele morava com o suspeito.

Segundo a Polícia Científica, o corpo foi encontrado em estágio avançado de decomposição, mas a papiloscopia - análise de impressões digitais - conseguiu trabalhar uma impressão e identificou a vítima.

O suspeito, segundo a polícia, foi encaminhado ao presídio da cidade e se encontra à disposição do Poder Judiciário. O caso segue sendo investigado a fim de se esclarecer o motivo do homicídio de Renato Rodrigues.

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Quatro suspeitos de matar feirante a tiros são presos

Grupo composto por três homens e uma jovem de 18, é suspeito de ter cometido outro crime horas antes do homicídio

Júlio César de Freitas, de 54 anos

Júlio César de Freitas, de 54 anos (Reprodução/Redes Sociais)

Os três homens e a jovem suspeita de matar a tiros o feirante Júlio César de Freitas, de 54 anos, na porta da casa dele, no Parque Tremendão, em Goiânia, foram presos, nesta quinta-feira (27), segundo a Polícia Militar (PM). O caso é investigado pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

A polícia não divulgou os nomes dos suspeitos, por isso a reportagem não conseguiu localizar a defesa deles até a última atualização deste texto.

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O crime, segundo a Polícia Civil (PC), ocorreu na última quarta-feira (26), por volta das 21h. De acordo com a PM, a ação criminosa começou por volta das 17h, quando jovem pediu um carro por aplicativo, que levaria os suspeitos até a casa do feirante. Porém, durante o trajeto, renderam o motorista de 60 anos e, com extrema violência, tomaram o veículo e o abandonaram em uma área de mata próxima a Goianira.

Ainda segundo os militares, os suspeitos ainda teriam tentado matar o motorista, com quatro disparos. No entanto, a arma falhou três vezes, e apenas um tiro atingiu de raspão a cabeça do motorista, que sobreviveu.

Sempre tem aquela opção de aparecer o motorista, o carro e o valor. Então a gente escolheu uma HB20 branca, com um senhor que era mais de idade para ficar mais fácil fazer isso tudo. Eai foi isso (...) Ele ia ser morto também", detalhou a jovem em vídeo divulgado pela PM.

Suspeitos de matar feirante foram presos pela Rotam (Reprodução/ PM)

Suspeitos de matar feirante foram presos pela Rotam (Reprodução/ PM)

Ainda conforme os militares, após a ação, eles seguiram para o Parque Tremendão, onde mataram o feirante na porta da casa dele. Ainda segundo os militares, os suspeitos teriam executado a vítima a pedido de uma outra pessoa. Pelo crime, eles receberam mais de R$ 5 mil. A reportagem chegou a questionar quem seria o mandante, mas foi informada de que esses detalhes não podem ser divulgados para não interferir nas investigações.

Segundo os militares, o grupo composto por três homens, de 22, 26 e 28 anos, e uma jovem de 18, foi preso por homicídio, em relação ao feirante, e por tentativa de latrocínio, devido ao motorista por aplicativo.

Com eles foram apreendidos dois revólveres, supostamente usados nos crimes, assim como seis munições, R$5.120 mil em espécie, dinheiro supostamente recebido pelo homicídio e três celulares.

Armas, munições e dinheiro em espécie foram apreendidos com os suspeitos (Reprodução/ Polícia Militar)

Armas, munições e dinheiro em espécie foram apreendidos com os suspeitos (Reprodução/ Polícia Militar)

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Suspeitos da morte de dono de padaria são indiciados por latrocínio e ocultação de cadáver, diz polícia

Carlos Luiz foi morto em uma emboscada armada por Vinicius Valentim, ex-funcionário e amigo do empresário, e Yara Martins, namorada de Vinicius

(Divulgação/Polícia Militar - Reprodução/Redes sociais)

(Divulgação/Polícia Militar - Reprodução/Redes sociais)

Os dois suspeitos pela morte do empresário Carlos Luiz de Sá, de 53 anos, foram indiciados por latrocínio e ocultação de cadáver, segundo conclusão das investigações da Polícia Civil. Carlos Luiz foi morto em uma emboscada armada por Vinicius Valentim, ex-funcionário e amigo do empresário, e Yara Martins, namorada de Vinicius.

O POPULAR não conseguiu contato com a defesa dos suspeitos até a última atualização desta reportagem.

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Segundo o delegado Douglas Pedrosa, Vinicius tinha contas dele e da família pagas pelo empresário.

Ele se mantinha, junto com a família dele, somente com o fruto desse dinheiro. Vinícius teve contas de supermercado pagas pela vítima, viagens pagas pela vítima e também festa de aniversário paga por ela", afirmou Douglas.

Em entrevista à TV Anhanguera, o delegado Douglas Pedrosa, afirmou que a polícia descarta a possibilidade de que o crime tenha sido cometido apenas por ciúmes.

A versão deles ainda continua sendo homicídio praticado por pedido dela. Contudo, a Polícia Civil descarta essa possibilidade, pelo menos em princípio. A gente sabe que teve dinheiro envolvido, que eles estavam em busca do dinheiro da vítima, basta a gente provar", disse.

A polícia descobriu que, logo após o crime, o casal gastou mais de R$ 2 mil em sua fuga, o que fortaleceu as suspeitas. "Eles viviam numa situação precária e, no dia, gastaram mais de R$ 2 mil só com a fuga. Temos indícios veementes de que esse dinheiro tenha sido tirado da vítima", contou o delegado.

Relembre o caso

Carlos Luiz era dono de uma padaria em Trindade , na Região Metropolitana de Goiânia. A última vez em que o empresário foi visto foi na noite do dia 25 de fevereiro, quando ele fechou a padaria. O empresário teria dito aos familiares que iria à igreja, mas não chegou ao local.

Vinicius Valentim, suspeito de assassinar a facadas o empresário, afirmou à Polícia Militar que mantinha um relacionamento amoroso com a vítima e cometeu o crime como uma "prova de amor" para sua namorada, que havia descoberto o caso entre eles. Ele confessou o homicídio e foi preso na madrugada do dia 27 de fevereiro em Uruaçu, no norte de Goiás.

O corpo de Carlos Luiz foi encontrado no dia 27, às margens da GO-020, próximo ao autódromo de Goiânia. O carro do empresário foi localizado na noite do dia 26 em Inhumas, também na Região Metropolitana da capital. Além do amigo, a namorada dele e a irmã, menor de idade, foram apreendidas por participação no crime.

Planejamento do crime

Carlos Luiz de Sá, de 53 anos (Reprodução/Redes Sociais)

Carlos Luiz de Sá, de 53 anos (Reprodução/Redes Sociais)

Em depoimento à polícia, Vinicius contou aos policiais que ligou para o empresário para pedir dinheiro.

Marquei o lugar, ele foi, falou que não tinha dinheiro para me arrumar e eu matei ele... com uma faca", disse o suspeito.

Em depoimento, a mulher afirmou que terminou o relacionamento ao descobrir que o namorado mantinha um caso com o empresário.

Ele queria, de alguma forma, voltar comigo. Então, me disse que cometeria o crime para provar que me amava", afirmou a mulher.

Segundo a mulher, o namorado atraiu o empresário até o local do crime, enquanto ela aguardava escondida. "Ele ligou do celular dele e pediu para o Luiz buscá-lo, dizendo que estava jogando bola na região de chácaras. Depois, mandou eu me esconder e enviou a localização para o Luiz. Falou que entraria primeiro para rendê-lo e que eu aparecesse depois", disse.

Minha participação foi tentar segurar [o empresário]. Tanto que eu também levei um golpe de faca", relatou a mulher à Polícia Militar.

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(Colaborou Vinicius Moraes, repórter do g1 Goiás)

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