A falta de integração entre os sistemas do Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais (Imas) e da Prefeitura de Goiânia ocasiona fragilidades operacionais e técnicas que impactam diretamente a arrecadação e a gestão do instituto. Em reunião realizada em outubro de 2025, o Conselho Fiscal destacou pontos que demandam atenção, como a manutenção indevida de beneficiários sem contribuição, além de falhas nos processos de bloqueio e cancelamento do plano. Segundo a Prefeitura, a integração entre os sistemas ainda se encontra em fase de estudo. Essa é pelo menos a segunda vez que o Imas, na gestão de Sandro Mabel (UB), discute a questão do sistema. Em janeiro de 2025, o então presidente do instituto, Paulo Henrique da Farmácia, disse, em reunião do Conselho de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Conas), que a Secretaria Municipal de Inovação e Transformação Digital (SIT) seria a nova responsável pelo gerenciamento de dados do Imas, substituindo o sistema da empresa Asert Serviços e Tecnologia da Informação Ltda., o que iria representar uma economia de R$ 80 mil por mês.