O futuro da sede do Jóquei Clube de Goiás, entre a Rua 3 e a Avenida Anhanguera, no Setor Central, ainda está indefinido. O anúncio da desapropriação do imóvel completa um ano nesta quarta-feira (29) e a Prefeitura de Goiânia ainda não tem a posse do imóvel. Tratativas entre a gestão municipal e a nova diretoria do clube, que iniciou a gestão em janeiro passado, ainda estão ocorrendo, sem previsão de um acordo. O Paço continua com a oferta realizada desde o ano passado, com a troca da indenização de cerca de R$ 55 milhões pela dívida tributária do imóvel, calculada no mesmo valor. A nova diretoria, porém, contesta o valor da dívida e da avaliação da sede. A divergência é vista como o principal entrave para o prosseguimento dos projetos públicos para a região. Isso porque é necessário que se tenha a posse do imóvel para que sejam feitos projetos e vistorias a respeito da atual condição do imóvel e o que necessitaria ser feito para as necessidades da Prefeitura. A princípio, Sandro Mabel (UB) anunciou que utilizaria a sede, com a preservação do imóvel, que tem sua arquitetura reconhecida pelo estilo modernista, como um Palácio dos Games, dentro de um hub de tecnologia da Prefeitura.