Ex-líder religioso João de Deus (Diomício Gomes / O Popular) O Superior Tribunal de Justiça (STJ) retomou uma acusação de estupro de vulnerável contra João de Deus em um processo que apura abusos sexuais cometidos durante atendimentos espirituais na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, no Entorno do Distrito Federal (DF). Para o órgão, a vítima em questão não tinha condições de reagir ao abuso devido à relação de confiança e à influência exercida pelo líder religioso. Ao POPULAR, a defesa informou que já recorreu da decisão do STJ. Em nota, os advogados que representam João de Deus, Luís Alexandre Rassi e Anderson Van Gualberto de Mendonça, esclareceram que a decisão foi proferida por uma única integrante do STJ e será submetida à análise da turma competente. "Cumpre registrar, ademais, que a decisão não traduziu, por si, nova condenação nem encerrou a marcha do feito. Cuidou-se, em essência, de discussão acerca da qualificação jurídica de uma das condutas e do termo inicial do prazo decadencial", diz parte do comunicado (leia a íntegra ao final do texto).