"Sonho não tem gênero": jogadora profissional Cibelly Morais responde dúvidas de crianças sobre os desafios e conquistas do futebol feminino (Roberta Foschiera/Planalto Esporte Clube) O que começou como um comentário espontâneo no recreio de uma escola de Aparecida de Goiânia se transformou em uma lição prática sobre igualdade de gênero. Após a pequena Maria Luísa, de 8 anos, aluna do 1º ano, afirmar que "meninas não jogam futebol", o Centro Marista Divino Pai Eterno (Cemadipe) decidiu que a melhor resposta não viria apenas dos livros, mas do exemplo real do gramado, e levou a jogadora profissional Cibelly Morais, zagueira do Planalto Esporte Clube, para falar às crianças sobre sua trajetória e carreira profissional na unidade. Ao POPULAR, a professora Silvia Raqueliny Duarte, que atua na educação há oito anos, contou que a semente da iniciativa foi plantada durante o momento de lazer no pátio da unidade. Segundo ela, o projeto não nasceu de um planejamento frio, mas da observação direta do comportamento dos alunos.