A segunda perícia realizada no subsolo do prédio Amethyst Tower, em Caldas Novas, encontrou vestígios de sangue em um cômodo que fica ao lado dos disjuntores de energia, onde o síndico Cleber Rosa de Oliveira, de 49 anos, teria matado Daiane Alves de Souza, de 43. Essa foi a informação que a mãe da vítima, Nilse Alves Pontes, de 61, recebeu dos investigadores na sexta-feira (30), dia em que foi realizada a reconstituição do crime. A jornalistas, na quarta-feira (28), os delegados que integram a força-tarefa criada para investigar o assassinato de Daiane disseram que a primeira perícia, realizada em 17 de janeiro, um mês após seu desaparecimento, não encontrou vestígios de sangue no subsolo do prédio. Contudo, segundo Nilse, a nova análise, feita com luminol, que emite uma luz azul-fluorescente quando em contato com sangue, no dia da reconstituição, encontrou a prova na sala que ela chama de “espécie de almoxarifado”.