O “Manifesto pela Arborização Urbana de Goiânia e pela Preservação do Patrimônio Ambiental do Parque Lago das Rosas” foi encaminhado à Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), à Câmara de Goiânia e ao Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) com alternativas à retirada de 48 árvores no Parque Lago das Rosas, anunciada em maio passado. A ação foi suspensa pela Prefeitura e, posteriormente, em liminar após ação do MP-GO. O documento é assinado por cinco engenheiros agrônomos. Os técnicos defendem que a supressão de exemplares arbóreos deve ser tratada como a última opção de manejo, sustentando que patologias como a presença de cupins, brocas, fungos e necroses superficiais podem ser tratadas com tecnologias disponíveis no mercado brasileiro. O documento detalha métodos específicos de recuperação, como a endoterapia, que consiste na aplicação de produtos diretamente no sistema vascular das plantas, além do uso de tomografia sônica, resistógrafos e radares de penetração no solo para diagnósticos precisos sobre o comprometimento estrutural.