Em Brasília, duas famílias estão atordoadas com o desfecho do episódio de violência doméstica que culminou na morte da estudante de arquitetura, Marcela Luise de Souza Ferreira, de 31 anos. A jovem, segundo as investigações policiais, foi violentamente agredida dentro de casa, em Aparecida de Goiânia, pelo nutricionista e fisiculturista Igor Porto Galvão, 32, com quem ela vivia há nove anos. O casal deixou uma filha de 5 anos, I., que, após a prisão de Igor, está sob os cuidados da avó paterna. O corpo de Marcela foi sepultado na quarta-feira (22), no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, em Brasília. Os pais, Marcelo Luis e Cida Freitas, embora não sejam casados, têm um relacionamento amigável e negócios juntos porque atuam ambos na área de arquitetura. Cida foi avisada por Igor da “queda” que Marcela teria sofrido em casa e que, segundo ele, teria sido o motivo de levá-la ao hospital, onde passaria por procedimento cirúrgico. Em entrevista à TV Anhanguera, ela contou que pressentiu que o companheiro estaria por trás dos danos físicos à filha.