Em 2 de julho de 2021, os professores do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Goiás (UFG) Francine Neves Calil e Matheus Peres Chagas fizeram uma visita técnica ao mogno brasileiro (Swietenia macrophylla) plantado no fim dos anos 1950 em frente ao antigo Casarão da Rua 20, e concluíram que ele tinha chances de sobreviver se passasse por uma poda. O procedimento foi realizado ainda naquele ano, mas não foi suficiente. A árvore foi condenada à extirpação em 2025 e será derrubada neste fim de semana, aos 67 anos de idade. Especialista diz que havia alternativas para salvá-la. No parecer de 2021, os professores constataram que não havia nenhuma “ocorrência fitossanitária perceptível que pudesse comprometer” a vida da árvore. Quer dizer, não encontraram qualquer problema que afetasse a saúde do mogno. Eles não conseguiram avaliar o sistema radicular, ou seja, as raízes do espécime, mas viram que os ramos e folhas estavam com “ótimo aspecto”, porque não encontraram indício de “comprometimento por agentes patogênicos”. Segundo os profissionais, isso era um indicativo de que as raízes estavam bem.