A jornalista Suelene Gusmão, de 69 anos, uma das responsáveis por fundar a Cooperativa de Jornalistas de Goiás (Projornal) na década de 90, morreu nesta segunda-feira (11). Ela lutava contra um câncer de mama que deu metástase no pulmão e também teve uma lesão no cérebro, Suelene deu entrada em um hospital de Brasília com problemas respiratórios há aproximadamente 15 dias e permaneceu internada até o dia em que morreu, segundo informações do filho, André Gusmão. Além da colaboração na cooperativa de jornalistas, Suelene também já passou pela redação de jornais como Diário da Manhã e Correio Braziliense, além de ter sido assessora de comunicação do Ministério da Saúde, conforme informações da amiga. Atualmente ela morava em Brasília, para ficar perto dos filhos. A jornalista se formou na Universidade Federal de Goiás (UFG) e junto a mais duas amigas, sendo uma delas a jornalista Cândida Motta, pouco tempo após se formar ela foi responsável pela produção dos jornais de sindicatos como o dos médicos de Goiás e de entidades como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO) e Conselho Regional de Odontologia de Goiás (CROGO). “A gente até brincava que era a imprensa rosa, por serem três mulheres”.