A Operação Vérnix que levou a advogada e influenciadora Deolane Bezerra, 38, à prisão, nesta quinta-feira (21), sob suspeita de participar do esquema de lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital), começou com bilhetes encontrados em uma cela da Penitenciária II, em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, em 23 de julho de 2019. O advogado Rogério Nunes, que defende Deolane, disse que assim que se inteirar do caso vai se manifestar. Já o defensor de Marcola, Bruno Ferullo, afirmou que emitirá uma nota assim que tiver mais informações a respeito da operação. Agentes de segurança fizeram uma revista na cela de Sharlon Praxedes da Silva, o Maradona, e Gilmar Pinheiro Feitoza, o Cigano, e, na caixa de esgoto, encontraram uma grande quantidade de bilhetes escritos à mão. Após análises, foram descobertas negociações do tráfico de drogas dentro do presídio, relacionamentos com a cúpula do PCC (Primeiro Comando da Capital), principalmente como Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, que habitava o mesmo pavilhão de Gilmar, com quem mantinha conversas diárias durante o período de sol.