Os pais do menino de três anos que morreu afogado em uma fazenda do cantor Amado Batista, em Goianápolis, na Região Metropolitana, foram demitidos cerca de três meses após a tragédia. A informação consta na sentença do juiz Leonardo de Camargos Martins, que analisou a ação movida pela família contra o artista. Procurada pelo jornal O POPULAR, a defesa de Amado Batista informou que não irá comentar o caso. Em nota, os advogados afirmaram que prestam profundo respeito à dor da família e reconhece a gravidade da tragédia envolvida, e afirma que vai recorrer da decisão (confira a nota na íntegra ao final da matéria). No processo, o casal afirma que a dispensa ocorreu após a morte do filho e agravou ainda mais o sofrimento enfrentado pela família. Eles alegaram que foram desligados sob a justificativa de desídia, termo usado para caracterizar falta de dedicação ao trabalho.