Um estudo da Universidade Estadual de Goiás (UEG) confirmou a presença de superbactérias Staphylococcus aureus resistentes à meticilina (MRSA) e outras formas multirresistentes (MDR), no Rio Meia Ponte e na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Goiânia. Essa é a primeira vez que uma pesquisa científica relata a presença de MRSA em águas fluviais brasileiras. O estudo analisou um total de 1.198 isolados da bactéria coletados em oito pontos ao longo do Rio Meia Ponte, sendo dois pontos na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dr. Hélio Seixo de Britto, em Goiânia, antes e depois do tratamento do esgoto, além de amostras de ar dentro da estação. Não foram feitas análises na água tratada, que chega até as casas, mas o estudo relata risco no consumo direto da água do rio e de uso do local para lazer.