O Plano de Ações para a Drenagem Urbana de Goiânia, estudo que compõe o Plano Diretor de Drenagem Urbana (PDDU) realizado pela Universidade Federal de Goiás (UFG) para a Prefeitura de Goiânia, calcula que o custo das principais intervenções estruturais identificadas deve ultrapassar R$ 3,2 bilhões. O documento, divulgado nesta semana, não apresenta um valor único e absoluto como investimento total, mas detalha estimativas baseadas em programas de infraestrutura, gestão e recuperação ambiental. Ao mesmo tempo, propõe alternativas para o Paço Municipal financiar este custeio, entre eles a criação de uma taxa de drenagem – a qual já foi descartada pelo Paço. O plano propõe um modelo de custeio fundamentado na sustentabilidade econômico-financeira, combinando a criação da taxa de serviço, mecanismos de incentivo e a busca por fontes externas de financiamento. A cobrança da taxa fundamenta-se no novo Marco Legal do Saneamento (Lei nº. 14.026/2020), que determina a remuneração pelos serviços, conforme publicado pelo POPULAR na quarta-feira (29). Nesta quinta-feira (30), o Paço reforçou que, por determinação do prefeito Sandro Mabel (UB), os custos e investimentos previstos no PDDU “serão custeados com recursos oriundos do Tesouro Municipal”.