A Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh) de Goiânia deixou por um mês na gaveta um relatório, protocolado em 4 de fevereiro, apontando “situações preocupantes” relacionadas a festas privadas com “indícios de turismo sexual e exploração sexual, inclusive envolvendo menores de idade”, durante a realização na capital da etapa brasileira do Mundial de Motovelocidade do MotoGP, de 20 a 22 de março. A promessa de encaminhamento veio no começo da noite desta quarta-feira (4), após O POPULAR questionar a Semasdh sobre o documento e rebater a primeira resposta dada pela pasta de que o relatório não tramitou no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) da Prefeitura de Goiânia nem foi submetido à apreciação do gabinete da secretária para “adoção de medidas necessárias para gestora da pasta”, “razão pela qual não houve ciência institucional acerca de seu conteúdo”.