Os servidores municipais que dependem do Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia (Imas) relatam cobranças indevidas por consultas e procedimentos que deveriam ser cobertos pelo plano. As reclamações aparecem em atas de seis das oito reuniões realizadas neste ano pelo Conselho de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Conas), que também apura dificuldades para agendamento de consultas eletivas na rede credenciada. Entre as queixas apresentadas ao Conas estão pagamentos exigidos por consultas que deveriam ser cobertas pelo plano, cobranças para agendamento e oferta de atendimentos particulares após o esgotamento dos atendimentos disponíveis pelo instituto. Há ainda denúncia de cobrança de R$ 150 para marcação de consulta cardiológica no Instituto Goiano de Cardiologia. Os casos ainda estão sendo apurados pelo conselho.