Condições estruturais deficitárias, falta de medicamentos e insumos, fechamento de unidades, insatisfação com salários e atrasos nos pagamentos motivaram a paralisação dos servidores da Saúde de Goiânia, iniciada nesta terça-feira (13). A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS) afirmou que, em razão da natureza essencial dos serviços, os atendimentos de urgência e emergência devem ser integralmente mantidos em todas as unidades da rede. A presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde de Goiás (Sindsaúde-GO), Néia Vieira, relata que problemas estruturais ocorrem em diversas unidades, inclusive naquelas reformadas, como a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Paulo Garcia, e nas novas, como a UPA Jardim América. Em setembro de 2025, a chuva registrada causou o desabamento do forro do teto de uma unidade de saúde no Setor Leste Universitário, em Goiânia.