Tribunal de Justiça nega recurso da defesa e mantém júri popular de acusado de feminicídio em 2018; investigação aponta histórico de agressões e pressão psicológica contra a vítima (Reprodução/TV Anhanguera) A Justiça decidiu pela manutenção do júri popular de Luís Felipe Silva Lima, acusado de matar a advogada Jordana Fraga Martins David e simular um suicídio, em Itaberaí, na região noroeste de Goiás. O crime aconteceu em outubro de 2018. A defesa de Luís Felipe recorreu à Justiça na tentativa de impedir que ele seja submetido ao Tribunal do Júri pelo crime. Porém, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), por unanimidade, negou na última quinta-feira (26) o recurso apresentado pela defesa e confirmou que o acusado deverá ser submetido a julgamento pelo júri popular. Além disso, o Ministério Público (MP) obteve junto à Vara Criminal de Itaberaí uma medida cautelar para apreender o passaporte de Luís Felipe Silva Lima para evitar uma possível fuga do acusado. De acordo com o MP, o pedido foi feito após a promotoria receber a informação de que o réu havia adquirido passagem com destino a Miami, nos Estados Unidos. Inclusive, o acusado cumpriu a medida e entregou o seu passaporte para à Justiça.