Conteúdo analisado: Postagens de usuários, incluindo de programadores, nas plataformas X e TikTok, questionam a desmontagem de uma urna ao vivo, em rede nacional, feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 3 de agosto. Esses perfis afirmam que abrir uma urna e mostrar os itens essenciais para a segurança da urna e do pleito, como a placa-mãe, as mídias onde são carregados os programas oficiais de votação e o componente onde os votos são gravados de forma criptografada não provam a segurança e a inviolabilidade das urnas. Comprova Explica: Em ano eleitoral, desinformações e teorias conspiratórias que questionam a segurança das urnas eletrônicas voltam a circular com mais frequência, principalmente nas redes sociais. Em uma transmissão inédita, o TSE abriu uma urna eletrônica em rede nacional ao vivo, em 3 de agosto, dando início à 1ª Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação. O evento foi transmitido em conjunto por TVs públicas e nos canais no YouTube dos tribunais regionais eleitorais (TREs) de todas as regiões do país. Também houve transmissão em TVs por assinatura em parceria com as instituições.