A China requisitou formalmente para participar das consultas na OMC (Organização Mundial do Comércio) contra o tarifaço de até 37,5% imposto pelo governo Donald Trump ao Brasil com base em investigações comerciais do USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA). O governo Lula (PT) acionou a OMC no final de julho contra as sobretaxas aplicadas por Trump com base em uma apuração sobre práticas comerciais consideradas injustas e em outra sobre suposto emprego de trabalho forçado. Como a Folha de S.Paulo mostrou, os EUA aceitaram realizar as consultas, na primeira etapa do processo de solução de controvérsias da entidade. Ainda não há data de quando elas poderão ocorrer. A delegação chinesa protocolou um documento na OMC no qual diz que tem "interesse comercial substancial nessas consultas".