O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (2) que a MP (medida provisória) que regulamenta o Imposto Seletivo ainda está em tratativas dentro do governo. Por isso, o texto não será enviado ao Congresso ainda hoje, como previsto inicialmente, o que impede a cobrança do chamado "imposto do pecado" já no início de 2027. A tendência é que a publicação ocorra apenas após o segundo turno das eleições. O Imposto Seletivo foi criado pela reforma tributária e funcionará como uma cobrança adicional sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. A ideia é, além de arrecadar, desestimular o consumo desses itens. A cobrança alcançará, entre outros, cigarros, bebidas alcoólicas, bebidas açucaradas, veículos, aeronaves, embarcações, determinados minerais e apostas.