Para o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), Felipe Melazzo, a Lei da Habitação de Interesse Social em Goiânia, de 2024, ajudou a equalizar o custo da produção com o de compra. “Não conseguíamos produzir unidades dentro do preço de venda e a Lei trouxe essa possibilidade”, lembra. Agora, a meta é reduzir o atual déficit de 55 mil unidades dentro do Minha Casa Minha Vida em Goiânia, contemplando faixa 1 FAR, com maior subsídio, quase custo zero, que tem déficit de 7 mil unidades. As demais estão na faixa 1 FGTS e nas faixas 2 e 3. “Com o mercado vendo esta oportunidade, hoje temos entre 22 e 23 mil unidades em aprovação e já aprovadas. A maioria em aprovação”, informa Melazzo. Ao invés de aplicar o Código de Obras Municipal, a lei trouxe aplicação da norma de desempenho. “Antes, uma cozinha deveria ter um determinado tamanho. Com a aplicação da norma da Caixa para fiscalização e aprovação de projetos, isso foi revisto e as empresas conseguiram fazer projetos com valor de produção abaixo do de venda”.