O governo Lula passou a monitorar de forma mais intensa a mobilização de caminhoneiros, diante da ameaça de paralisações em diferentes pontos do país. Em Santos (SP) e Salvador, já houve paralisações para cobrar a tramitação da Medida Provisória 1.343, conhecida como MP do Frete. A MP perde a validade na próxima quinta-feira (16), caso não seja aprovada pelo Senado até essa data. Se caducar, caem as mudanças propostas e que já estão em vigor, obrigando o governo a recomeçar a tramitação de um novo projeto. Editada pelo governo em março após uma série de negociações com representantes dos caminhoneiros, a MP ampliou a fiscalização do cumprimento do piso mínimo do frete, mudando a forma de calcular esse valor ao incluir custos do trabalho, como combustível, manutenção, seguros e pedágios. Caminhoneiros cobram piso do frete e 'diálogo' ao desistir de paralisação