O mercado de tecnologia, no qual o uso de inteligência artificial desponta em diversos setores, volta sua atenção para um novo alvo: nossas emoções. Cresce a oferta de aplicativos de companhia emocional, psicólogos virtuais, namorados e namoradas artificiais. Ou seja, além de raciocinar com muito mais rapidez e ser criativa, a IA já ocupa um espaço também afetivo na vida das pessoas. Atento a essa tendência, Pedro Schindler, graduado na terceira turma do curso de Inteligência Artificial do Instituto de Informática da Universidade Federal de Goiás (INF-UFG), se dedicou ainda na metade do curso a formatar sua versão de Samantha, uma IA autônoma “para conversas, capaz de pensar e falar livremente, aprendendo e evoluindo continuamente”, conforme descreve ele, explicando que utiliza tecnologia de IA generativa GPT como base.