Existe uma nova economia periférica, mas em franco crescimento, que ainda não conhece os benefícios que a indústria da comunicação pode trazer para seus produtos e serviços. São geralmente pequenas empresas com faturamento crescente, que juntas já representam uma boa fatia da economia goiana, mas que ainda não se inseriram no mercado publicitário. A saída para elas pode estar numa solução integrada de comunicação que atenda as peculiaridades de cada segmento.O assunto foi discutido ontem durante uma homenagem que a Associação Brasileira das Agências de Publicidade em Goiás (Abap-GO), Fórum Permanente da Indústria da Comunicação de Goiás (Forcom) e o Sindicato das Agências de Propaganda de Goiás (Sinapro) prestaram aos 75 anos do POPULAR e aos 50 anos da TV Anhanguera, comemorados no ano passado.Os membros do trade publicitário goiano foram recebidos pelo presidente do Grupo Jaime Câmara (GJC), Cristiano Roriz Câmara, pelo presidente do Conselho de Administração, Jaime Câmara Júnior, e pelos diretores Marcos Tadeu Câmara, Guliver Augusto Leão, Ronaldo Ferrante e Luiz Fernando Rocha Lima. A homenagem foi pela contribuição que o GJC tem dado ao desenvolvimento do mercado publicitário goiano e seus relevantes serviços ao mercado da comunicação. “Sempre recebemos total apoio do GJC para todos os eventos do setor”, lembrou Zander Campos Júnior, presidente da Abap-GO.EmergenteCristiano Câmara lembrou que há uma economia emergente, formada por pequenos empreendedores em crescimento. Muitos estão em bairros periféricos da capital, mas com atividade comercial pujante. “Há uma economia invisível, das classes C e D, que não conhece os benefícios da indústria da comunicação.”Segundo ele, é preciso criar alternativas viáveis para que esses empreendedores possam utilizar a publicidade para impulsionar seus negócios. “Precisamos fazer um planejamento estratégico para o mercado, que considere os efeitos da Copa do Mundo e das eleições”, destacou.-Imagem (Image_1.469071)