Diante de desafios como a baixa produtividade e a alta carga tributária, as empresas precisam investir, cada vez mais, em inovação e em tecnologia, num mercado cada vez mais competitivo e que demanda mão de obra mais qualificada. Além disso, é preciso fortalecer a indústria manufatureira e desenvolver cadeias de produção de setores estratégicos. “Somos grandes produtores de alimentos, mas dependentes de fertilizantes, por exemplo. Temos de reforçar as cadeias produtivas e investir mais em pesquisa e desenvolvimento”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha. Para isso, diz ele, é preciso investir em educação e qualificação profissional. O Fórum das Entidades empresariais também trabalha junto ao governo do estado para reduzir burocracias em processos como de licenciamento, colando políticas públicas de outros estados e pensando no pós-incentivo fiscal. “Temos de aproveitar o período que ainda temos de incentivo e continuar sendo competitivos”, defende. Outra parceria com o governo prevê a qualificação de 25 mil jovens, mais da metade pelo Senai.