Goiânia registrou inflação de 0,77% em maio de 2026, o que corresponde a 0,19 ponto percentual acima da média nacional, que foi de 0,58%. O movimento foi puxado pela gasolina, que subiu 4,54% na capital enquanto caía 1,46% no Brasil, ou seja, uma diferença de 6 pontos percentuais. Os dados foram levantados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (12). Aconteceu algo semelhante com o etanol, que registrou uma alta de 1,98% em Goiânia frente à queda de 6,20% na média nacional. Sendo o principal responsável pela pressão, o grupo Transportes avançou 1,80% na capital. O IPCA abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos. O segundo maior setor da inflação goianiense em maio veio do supermercado. Conforme o IBGE, o grupo Alimentação e Bebidas subiu 1,38% na capital, resultado um pouco acima da média nacional, de 1,33%. Dentro do recorte, a batata-inglesa, o feijão-carioca, a cebola e o tomate foram os produtos que mais encareceram. O grupo Saúde e Cuidados Pessoais ficou na terceira posição, com 0,75% (veja a lista completa ao longo do texto).