De acordo com estudo da Amcham, para 2026-2030, o planejamento de investimentos em minerais críticos totaliza US$ 20,50 bilhões no País, com maior alocação no cobre, de US$ 8,62 bilhões no Pará e na Bahia, seguido por níquel, com US$ 4,74 bilhões no Pará e em Goiás, e ETR (terras raras), com US$ 2,39 bilhões em Goiás e Minas Gerais. Tudo isso para atender uma demanda crescente. Luiz Vessani, presidente do Sindicato das Indústrias de Mineração de Goiás e do Distrito Federal (Minde), lembra que essa nova demanda tem tudo a ver com transição energética, geopolítica e tecnologia. Ele concorda que o crescimento só virá com aumento de produção e beneficiamento, mas diz que o Brasil precisa de uma abordagem mais profissional para conseguir produzir mais e verticalizar suas terras raras. Minerais críticos podem elevar PIB goiano em 10%, aponta estudo