O preço do petróleo teve mais um dia de disparada e chegou a subir 3,84% nesta quinta-feira (30), a US$ 114,68 à 1h30 (horário de Brasília), para o contrato de julho, que é o mais negociado e, portanto, a referência do mercado mundial. A cotação desta quinta tornou-se a maior do mês, superando a marca de US$ 113,81 alcançada na quarta-feira (29), e a mais alta desde 31 de março, quando o barril Brent, referência mundial, chegou a ser vendido a US$ 119,24. Após atingir o ápice na madrugada, a cotação passou a cair e estava em US$ 110,43, às 11h55, uma desvalorização de 0,01%. Já a entrega de curto prazo para junho atingiu US$ 126,41 nesta quinta, mas tem um volume menor de negociações que os contratos de julho. Ao superar os US$ 126, a cotação atingiu o seu maior patamar em quatro anos, segundo o jornal The New York Times. Às 9h46, este acordo estava cotado a US$ 114,64.