Para o CEO da Casas Bahia, Renato Franklin, a recuperação judicial da empresa é um instrumento para reorganizar passivos e proteger o caixa, e não o destino da companhia. O grupo varejista entrou com pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Justiça de São Paulo no final da noite deste domingo (16) e declarou uma dívida de R$ 17,3 bilhões. "O destino continua o mesmo: ter uma operação saudável e rentável, que a gente vem evoluindo. Mas ela é um instrumento para a gente poder realmente resolver os passivos estruturais da companhia", afirmou em teleconferência nesta segunda-feira (17). Sindicato prepara ação para tentar barrar demissão em massa na Casas Bahia Grupo Casas Bahia pede recuperação judicial; dívida é de R$ 17,3 bilhões Empresas aumentam vendas se aproximando mais do consumidor