A Serra Verde, única produtora em grande escala de terras raras pesadas críticas (“ETRPs”) e terras raras leves fora da Ásia deve ampliar o processamento nos próximos anos. O presidente da Serra Verde, Ricardo Grossi, confirmou a intenção de investir em um crescente beneficiamento dos minerais críticos e apontou que a Serra Verde já processa seu minério em Goiás em um produto intermediário de alto valor, o Carbonato Misto de Terras Raras (MREC). “Quanto à próxima etapa, a separação dos óxidos, ainda não temos a tecnologia disponível para separar terras raras em escala. No entanto, a fusão com a USA Rare Earth nos dá acesso a essa tecnologia e definiremos o local da separação após a realização de uma análise técnica e econômica completa. A separação no Brasil ainda está sendo avaliada”, afirmou o presidente, destacando o negócio de US$ 2,8 bilhões que recentemente envolveu a Serra Verde.